F1 – A hora dos difusores
14 Abril 2009 - José Soares da Costa

É hoje, dia 14 de Abril de 2009, que será decidido o futuro do “gang dos difusores”. Williams, Toyota e Brawn saberão hoje se os seus difusores se encontram legais ou não, enquanto que as outras equipas também descobrirão se os regulamentos foram desvirtuados ou se o seu trabalho foi simplesmente menos eficaz.

O Tribunal de Apelação Internacional será o orgão que terá  a última palavra neste protesto, iniciado pela Ferrari, Red Bull, Renault e BMW no GP da Austrália e continuado no GP da Malásia. Embora a decisão possa tender para permitir os difusores (de acordo com as últimas decisões do TAI), o cenário de exclusão deste determinadas partes destes componentes também será possível.

Com principais diferenças na secção central (onde apresentam um difusor com dois níveis), estas equipas aproveitam assim parte do seu fundo plano para criar força descendente (downforce) e melhorar a carga aerodinâmica do seus monolugares. Tal hipótese é deixada em aberto pelos regulamentos (visto que não é regulamentda), tendo levado à sua utilização pelas 3 equipas mencionadas.

A decisão será comunicada amanhã de manhã, pelo que só nos resta e esperar para ver o resultado desta reunião. De referir que esta semana terá lugar o GP da China, prova onde se sentirão os efeitos desta reunião. Para que possam perceber melhor os efeitos destes difusores, deixamos-vos com dois vídeos que ilustram os segredos do BGP001, monolugar da Brawn/Mercedes.

http://www.youtube.com/watch?v=gouUmbsdPwY


Sem Comentários »

  • Publicado a 15 Abril 2009 às 0:23 por Miguel Machado:

    Acho que estes vão ser permitidos e as equipas vão correr para fabrica para desenvolver algo, com a mesma interpretação das regras…

  • Publicado a 15 Abril 2009 às 11:32 por Tiago Costa:

    Pois, e assim foram considerados. Já se estava à espera, até porque a história da F1 sempre foi feita de interpretações “dúbias”, sendo esse um dos grandes pontos de interesse da modalidade (do ponto de vista técnico).

    E lá vão ter os “grandes” de apanhar o comboio…