Félix da Costa com 2º lugar em Macau
17 Novembro 2013 - José Soares da Costa

António Félix da Costa regressou a Macau, tendo como principal objectivo tentar emular a vitória alcançada no Circuito da Guia em 2012. Partindo da 4ª posição, António Félix da Costa logrou alcançar o 2º lugar, sendo também o melhor representante da Volkswagen em Macau. Alex Lynn foi o vencedor da Taça Intercontinental de Fórmula 3, terminando a prova com apenas 1.1 segundos de vantagem relativamente a Félix da Costa.

A Taça Intercontinental de Fórmula 3 contava com alguns dos principais nomes do panorama desportivo mundial, como Raffaele Marciello, Felix Rosenqvist e Alex Lynn, pilotos que disputaram o campeonato europeu de Fórmula 3 em 2013, terminando nas três primeiras posições respectivamente. António Félix da Costa e Carlos Sainz Jr. foram os representantes do programa de jovens pilotos da Red Bull, tendo o piloto português uma responsabilidade acrescida com a defesa do título de 2012.

A partida para a decisiva corrida macaense decorreu sem grandes incidentes, tendo Alex Lynn liderado a prova desde o seu inicio. O piloto da Prema Dallara-Mercedes dispunha em Macau de um monolugar bastante competitivo, permitindo que se afastasse progressivamente dos seus mais directos adversários onde se incluía António Félix da Costa. O piloto português efectuou uma fraca partida mas conseguiu recuperar diversas posições, tendo chegado à apertada curva do Hotel Lisboa na 3ª posição, atrás de Pipo Derani.

António Félix da Costa efectuou então uma ultrapassagem ao piloto brasileiro, o qual seria posteriormente ultrapassado por Raffaele Marciello após várias tentativas sem qualquer sucesso. O piloto italiano seria no entanto vitima da sua impetuosidade, embatendo com a roda traseira esquerda nos muros de protecção da curva R numa altura em que perseguia o monolugar de António Félix da Costa.

Com Pipo Derani a uma confortável distância, o piloto português tentava agora diminuir a sua distância relativamente a Alex Lynn. Um despiste de um monolugar e as consequentes bandeiras amarelas apanharam desprevenido o piloto britânico, que assim viu a sua distância reduzida para apenas 1.3 segundos. No entanto, Lynn voltaria a dilatar a diferença, terminando a corrida com uma confortável vantagem relativamente a Félix da Costa, sem argumentos devido a um motor Volkswagen menos competitivo.