Sébastien Loeb. O actual campeão do mundo, múltiplo vencedor do WRC e advinhe-se…vencedor do Rali da Turquia. Alguma surpresa? Apesar do resultado final…sim. Sébastien Ogier, da Júnior Team da Citroen foi um dos primeiros líderes do Rali, que viu algumas das etapas mais demolidoras de todo o Mundial de Ralis. A chuva também foi parte integrante do Rali, levando ao cancelamento de algumas etapas e ao dificultar da tarefa de sobrevivência nas restantes…
O antigo DTM, existente até 1995 (e 1996, como ITC), foi palco de grandes lutas, excelentes corridas e muita competição à mistura. Os automóveis utilizados derivam de viaturas de série, embora pouco ou nada sobrasse dos originais…Alfa Romeo 155, Opel Calibra e Mercedes Classe C foram alguns dos “eleitos” para enfrentarem as pistas mundiais, em autênticos duelos italo-germânicos. O Estoril também recebeu os Classe 1 (categoria em que estavam inseridas as viaturas utilizados no DTM/ITC), tendo-se presenciado a uma vitória de Alessandro Nannini nas duas corridas realizadas em solo português.
Não, não se preocupem…a Matemática não voltou para vos atormentar. O Mazda RX7 é um dos modelos mais conhecidos da marca japonesa, mas o que muitos não sabem é que este modelo também esteve presente na categoria mais “louca” dos Ralis mundiais, o Grupo B. Equipado com tracção traseira e motor Wankel, o RX7 não era a arma mais eficaz para combater os Lancia, Audi e Peugeots de última geração…No entanto, a diversão estava garantida e os espectadores não se recusavam um belo “show” de derrapagens controladas.